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| Foto de es.wikipedia.org/wiki/Coricancha |
Essa fonte, no centro do claustro do Convento de forma octogonal, é de origem inca, e, segundo o site www.perutoptours.com, era aí que o Sumo Sacerdote colocava a chicha, aguardente feita de milho, como oferenda ao Deus-Sol.
Esse orifício redondo na pedra servia como encaixe para um círculo em alto relevo que ficava em outra pedra. Essa era uma forma de prender uma pedra na outra, mantendo firme a construção.
Parede interna de um dos templos revelando arquitetura inca.
Nesses nichos na parede eram colocadas as oferendas aos deuses.
O jardim de Koricancha, onde outrora estiveram as estátuas em ouro de animais e plantas, visto do convento.
A fonte sagrada, no jardim de Koricancha, e os canais que levavam a água para abastecer outras fontes.
Obs : O Templo de Koricancha não faz parte do Boleto Turístico. O preço do ingresso é de 10 soles por pessoa.
2] Rumicolca
No caminho para Rumicolca passamos pela Laguna Huacarpay, um lago próximo às ruínas incas e às montanhas. Huacarpay faz parte do Parque Arqueológico de Pikilacta e da Reserva Turística Nacional de Lucre. É muito importante para o ecossistema pela quantidade de diferentes aves que vivem ali, além de outras que só veem em certas épocas do ano.
Não lembro se passamos antes ou depois por Oropesa, a cidade dos pães redondos enormes. Eles ficam pendurados na beirada das casas e em pequenos armazéns. Segundo nosso guia, um grande número de moradores exerce o ofício de padeiro.
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| Foto de www.lugaresdeviaje.com |
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| Foto de www.iletours.com |
Chegamos a Rumicolca, que se supõe ser o portão que controlava a entrada para Cusco e Pikillacta.
Segundo nosso guia, as mercadorias viriam por essa estrada e teriam que passar por esse portão.
A base dessas construções era da civilização wari, pré-inca. A construção à direita, em pedras maiores, é wari, civilização pré-inca, e as pedras menores já fazem parte da construção inca.
2] São Pedro de Andahuaylillas é um vilarejo calmo, de ruas estreitas e vazias, cercado por montanhas muito altas.
Essa delícia de pracinha fica em frente à igreja e, embaixo dessas frondosas árvores, várias mulheres do vilarejo vendem artesanato.
A igreja de São Pedro, um ponto turístico muito visitado, é chamada de “Capela Sistina” da América do Sul. Foi construída, em 1610, sobre ruínas incas.
Na área, à direita, antes de entrar na igreja, vemos essas 3 cruzes que representam a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Por fora, parte de sua fachada é pintada com imagens de anjos, santos, flores em diferentes tons de rosa, verde, azul e mostarda. Dentro dos nichos, os santos também são pinturas.
Por fora é uma singela igreja, mas, por dentro, é muito bonita. Todas as paredes e teto estão enfeitados com pinturas ou quadros.
No interior da igreja, quadros enormes com pinturas de colorido forte. São as pinturas da chamada “Escola de Cusco”, “escola de pintura colonial peruana” que junta a tradição barroca de pintura com a contribuição indígena”. [trecho do site www.pt.wikipedia.org]
O dourado das pinturas é uma espécie de revestimento em folha de ouro.
O ingresso para a igreja de São Pedro também não está incluído no boleto turístico, e a entrada custa 10 soles por pessoa.
Era uma cidade Wari, Cultura que ali viveu 500 anos antes dos incas e está muito bem conservada. É possível identificar ruas, praças, casas de 2 andares, lugares de adoração aos deuses etc…
Essa é a muralha que protegia a cidade.
Uma outra visão da muralha de proteção.
Essas pontas de pedras para fora da parede mostram que aí eram apoiadas as bases do 2º andar das residências.
Muitas estruturas de casas de dois andares são visíveis, o que leva a crer que era uma cidade rica e desenvolvida. Estima-se que a cidade chegou a comportar 10 mil casas.
Esses nichos eram lugares de colocação de oferendas, o que indica lugar de atividade religiosa.
As casas eram revestidas de gesso, assim como seus pisos. Pikillacta era uma cidade branca.
De longe avista-se lugares de extração do gesso.
Essas construções eram cômodos de residências.
FOTOS: J.C.ALVAREZ



























Resposta de 0
Lilian, eu nunca tinha ouvido falar desses passeios e achei muito interessantes! Me diz uma coisa: você sofreu muito com a altitude?
eu passei muitooooo mal no primeiro dia embora tenha seguido todas as recomendações : não comer nada gorduroso, descansar e tomar chá de coca. Tive muita dor de cabeça,mal estar e vômito. Meu marido sentiu falta de ar de madrugada. Nos demais dias só sentimos cansaço.
Nossa que post detalhado! Imagino quantas notas de campo você fez. De fato a engenharia inca era muito sofisticada. Impressionada.
Como estávamos com um guia particular fui anotando algumas informaçòes. É impressionante a riqueza de detalhes e o conhecimento que as construções revelam.
Tenho tanta vontade de conhecer Cusco e região!! Mas confesso que morro de medo da altitude!!!
Adorei suas dicas!! Vou deixar salvas aqui para quando tirarmos esse sonho do papel.
Esse era um sonho do meu marido e como não pensávamos em voltar fizemos logo um passeio completo. Eu tb não aprecio altura.
Lilian, estou amando suas dicas.Montar o roteiro não está sendo fácil! Você pode passar o contato do Guia que contratou? Acho muito ruim fazer passeios com empresas, é sempre muito corrido!!!