San Diego é a maior base naval da Costa Oeste dos E.U.A. e também o porto principal da frota do Pacífico.
Esse porta-aviões começou a funcionar como museu em 2004.
Os aviões estão posicionados exatamente no lugar de onde eles decolavam ou pousavam.
Para tornar a vivência mais real, alguns bonecos são colocados nas mesmas posições em que os orientadores de pouso. Quase que cumprimento a criatura: good afternoon!!!! Kkkkkk…
À frente de cada avião/helicóptero uma placa com informações a respeito do mesmo: ano de fabricação, período de uso etc…
Um senhor, veterano de guerra, estava ao lado de um dos aviões para fazer um relato sobre sua experiência – pelo que entendi – pilotando o tal avião em alguma guerra. Havia uma tabela de horários em que ele “daria essa aula”.
Pena que meu inglês não fosse suficiente para entendê-lo.
Na foto abaixo, ele está de calça branca, camisa preta e boné amarelo, sentado atrás da placa e tem vários bancos para os participantes sentarem.
É possível visitar sala de máquinas, cozinha, aposentos e sala de comandos.
Vale muito fazer essa visita. Abaixo os ingressos. Cada um custou 18 dólares.
Nessa avenida, que beira a Baía de San Diego, estão ancorados outros barcos e um deles funciona como Museu Marítimo.
Ainda, nessa avenida, está o Bob Hope Memorial que é um Memorial ao comediante Bob Hope. Ele fez shows para entreter as tropas americanas durante a 2ª Guerra Mundial, a Guerra do Vietnam e a Guerra do Golfo.
A parada seguinte foi em La Jolla ou a “A Jóia”, uma praia e bairro de San Diego.
Para estacionar não foi fácil. Rodamos muito e só encontramos uma vaga bem longe. Ainda bem que gostamos de andar!
Chegamos ao Ellen Browning Scripps Park, um parque em cima de uma falésia, delimitado de um lado pelo mar e de outro por palmeiras.
Cinema ao ar livre tendo o céu como testemunha .
Nesse gramado estava armada uma enorme tela de cinema.
Em pouco tempo de caminhada por essa pista que margeia o mar, avistamos famílias de leões marinhos.
Quem lota as pedras????
Os leões marinhos conversando entre si enquanto pegam um sol em cima de rochedos, que estão em toda a faixa litorânea.
Nessa parte, a faixa de areia é bem estreita e, logo que a maré sobe um pouco, já não é mais possível estar na praia propriamente dita.
Os turistas fazem fila para tirar foto nessa caverna.
Olha como fica a caverna quando a maré sobe.
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| Foto retirada do site www.photobyjohnbo.wordpress.com |
Andando mais um pouco, a vista passou a ser esta. Vários caiaques chegavam com 1, 2 ou 3 remadores, além de alguns corajosos de stand up padlle. A intenção era subir nas pedras e voltar aos barquinhos, mas alguns morriam de medo dos leões marinhos, nada simpáticos, que não estavam gostando de humanos invadindo a praia “deles”.
FOTOS : J.C. ALVAREZ E JULIANA PERRI

































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Adorei o lugar e o roteiro!! Mas coitadinhos dos leões marinhos, eles são simpáticos e na maioria das vezes inofensivos…são cãezinhos do mar…rsrs
eles, os leões marinhos, devem ser simpáticos sim mas os humanos enchem o saco dos bichinhos,vão exatamente pro lugar onde eles ficam.
Adoro esse tipo de atração (instalações e aparatos militares). Tenho loucura pra visitar San diego, mas sempre acaba "pulando" alguma outra oportunidade na frente e nossa viagem pra Califa vai sendo adiada… Preciso muito conhecer!
você vai adorar a cidade !!!
Que coisa mais linda!! Estou encantada! San Diego é super bem falada por todos que a visitam, minha comadre voltou apaixonada por lá, disse que moraria lá fácil! E tenho um amigo brasileiro que mora lá e ama! Eu adorei os detalhes do navio-museu. Sempre me intrigou como um avião consegue pousar num navio… muito interessante, irei com certeza (Apesar do tempo justíssimo em SD…). Bjs!