No início de 2015, anotei na minha agenda “voltar a Paraty“. E, na 1ª oportunidade, lá fomos nós.
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Paraty é uma joia no sul do litoral fluminense: uma cidade colonial preservada, localizada em uma baía repleta de praias e ilhas belíssimas.
Não é à toa que o turismo, há anos, é uma grande fonte de renda para a cidade.
Paraty exerce um fascínio sobre turistas de modo geral e, em especial, sobre estrangeiros. Aliás, muitos vêm pra passear, encantam-se e ficam. Alguns se tornam donos de pousadas, restaurantes e ateliês.
Em todos os lugares se escuta os mais diferentes idiomas e sotaques brasileiros. Acho uma mistura enriquecedora.
Paraty já viveu uma época de apogeu, o “Ciclo do Ouro”, quando, pela cidade, escoava grande parte da produção do ouro extraído de Minas Gerais. Mais tarde, foi o Ciclo da Cana de Açúcar, que deu destaque a Paraty, onde chegaram a existir 250 engenhos de açúcar e aguardente.
A construção de uma estrada ligando o Rio a Minas Gerais e de uma estrada de ferro ligando o Rio a São Paulo contribuiu para a decadência de Paraty e a cidade ficou meio esquecida por muito tempo.
Na década de 70 todas as ruas do Centro Histórico foram bloqueadas, com correntes, à circulação de veículos. Isso, com certeza, colaborou para a preservação do mesmo.
Os passeios de escuna, lanchas e barcos dão oportunidade de conhecer praias desertas e recantos que só são acessíveis pelo mar.
Algumas pessoas preferem um passeio particular e contratam esses barquinhos.
Esse paraíso abaixo, chama-se Saco de Mamanguá.
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| Foto do site www.vidaeestilo.terra.com.br |
O Saco de Mamanguá é descrito como um fiorde tropical por ser o único no Brasil com a formação similar à dos fiordes escandinavos.
O acesso é pelo mar e eu queria muito conhecer, mas o passeio durava 6 horas e eu não sou muito amiga de barcos, mar, sacolejos… Prefiro terra firme. Então, optamos por um passeio de escuna, com um roteiro mais enxuto.
Fizemos o passeio com a escuna Príncipe dos Mares e passeamos por recantos lindos de água transparente que oscilava entre diferentes tons de verde.
A trilha sonora que embalou nosso dia foi MPB e samba da melhor qualidade.
O primeiro mergulho foi na Ilha Comprida que não tem praia.
Esses peixinhos vieram recepcionar os corajosos nadadores. Imaginem a temperatura da água !!!!
Cada parada durava em torno de 40 minutos, e depois a escuna seguia passando por pequenas ilhas.
O Saco da Velha foi a nossa 2ª parada. E como tinha praia, os marinheiros levavam de bote quem não queria se atirar ao mar e ir nadando [eu].
Eu nem me importaria de ser esquecida nessa praia.
Essa combinação céu azul, montanha, pequenas enseadas, pequenas praias e água transparente é muito bonita.
A 3ª parada foi na Lagoa Azul, lugar onde várias escunas e barcos param para o momento do almoço.
Não valeu a pena ter pedido refeição, pois não estava saborosa.
Partimos para nossa última parada que foi na “Praia da Lula“. A primeira em todo o passeio que estava cheia de gente.
Na volta, de longe, se vê a igrejinha de Santa Rita, de frente para o mar como se estivesse






















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Ando namorando Paraty… quero levar as meninas lá, mas não acho hospedagem em conta… tem alguma dica?
Que maravilha, fotos incríveis, sempre desejei ir à Paraty, mas agora eu faço questão de visitar esta linda cidade, dizem que parece com Ouro Preto com mar e eu quero muito ver isso de perto. Beijos.
Simplesmente amei as suas fotos! Parabéns
Que delícia. Sou encantada com Paraty e confesso que a paixão veio através do Amyr Klink, mas ainda não tive a oportunidade de visitar. Já tentei encaixar em feriados, mas a logista daqui do interior fica muito complicado. Um dia, quem sabe?!
O que falar desse post? Um "senhor" post! Fotos dignas de "Uma Senhora Viagem" . Muito lindo! 😉
Melissa, obrigada.
Melissa, obrigada.