Vimos, então, que era o último domingo do mês e que a entrada para o museu do Vaticano era gratuita. E como a fila ficava na sombra, lá fomos nós.
Percorremos os museus do Vaticano e tudo é lindo: as pinturas murais, os painéis de tapetes, os tetos pintados, as esculturas, o trabalho nas sancas.
O teto da capela Sistina é obra de Michelangelo. Dizem que, ao ser contratado para esse trabalho, ele pensava estar sendo perseguido por inimigos que o desviaram do trabalho que realmente desejava fazer: esculpir o mausoléu do papa. Fez com tamanho capricho e dedicação que seu trabalho se tornou alvo dos maiores elogios.
Os turistas ficam de pescoço duro de tanto olhar para os afrescos que adornam o teto e as paredes laterais da Capela Sistina. Vários artistas também participaram desse trabalho, tais como : Bernini, Botticelli e Rafael.
A criação de Adão é o nome desse afresco.
Abaixo, o afresco “O Juízo Final“, pintado por Michelangelo.
Os jardins do Vaticano, tão indicados, nós só conseguimos ver da janela.
Nesse domingo, o museu fechava às 14 horas e os funcionários, à medida que íamos passando, iam fechando as alas, para que a imensa leva de turistas fosse saindo.
A galera descendo pelas escadas e aproveitando para um último click !
Saímos torcendo para as filas estarem menores e podermos visitar a Basílica com calma. De fato, não havia mais aquela imensa “serpente de gente”, mas, ainda assim, tivemos que dividir nosso passeio com muitos turistas.
Uma das maravilhas é o “baldaquino” que, segundo definição da Wikipedia, é :
As colunas são em bronze e ficam apoiadas em cima de colunas de mármore.
O baldaquino está localizado abaixo da cúpula de Michelangelo e em cima do túmulo de São Pedro.
Com a devida proteção, aí está a Pietá, obra prima de Michelangelo. As fotos não ficam boas por causa do reflexo causado pelo vidro, mas ninguém resiste a trazer, para casa, essa lembrança.
Ao sairmos da Basílica temos essa visão.
Uma sensação de amplidão por conta tanto da forma oval da praça de São Pedro – que foi projeto do artista Bernini, construída para acolher os fiéis que iam tomar benção do Papa -, quanto da ampla avenida que liga essa praça à outra, Piazza Giovanni XXIII, em frente ao Castel Sant’Angelo.
Essa construção foi inicialmente o mausoléu da família do Imperador Adriano. Outro imperador, chamado Aureliano, muito tempo depois, mandou construir uma muralha para defesa da cidade e incorporou o mausoléu, que, após obras, se tornou uma fortaleza.
A história desse castelo está contada, em detalhes, no blog “navegandocomgi“
No topo da torre há uma estátua do Arcanjo Miguel em homenagem ao anjo que trouxe para o Papa Gregório, em um sonho, a mensagem do fim da peste que assolava Roma na ocasião. Hoje ,o Castel abriga um museu.
Lá do terraço, também, se avista a Basílica de São Pedro.
Conhecer esses 3 lugares em um dia está de bom tamanho, caso contrário, é excesso de informação para seu “chip”.
FOTOS: J.C. ALVAREZ





















